Markdown Hero — salvando o texto puro de si mesmo
Por que escrevi uma biblioteca em Python para tratar Markdown como cidadão de primeira classe e o que aprendi publicando no PyPI.
O Markdown nasceu como um atalho — uma forma de escrever HTML sem escrever HTML. Vinte anos depois, virou o formato padrão de quase todo lugar onde se escreve texto técnico: GitHub, Notion, Obsidian, ferramentas de IA. Só que cada implementação tem suas pequenas excentricidades, e eles raramente conversam entre si.
O Markdown Hero nasceu de uma frustração simples: precisei migrar centenas de notas entre dois sistemas que diziam suportar Markdown, e o resultado quebrou em todo lugar. Tabelas viraram texto, callouts sumiram, links de imagens se perderam.
A biblioteca cuida de três coisas: análise tolerante a erros, normalização para um dialeto canônico, e renderização configurável. É curta, tem boa cobertura de testes, e está no PyPI: pip install markdown_hero.
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O texto completo (em inglês) está publicado externamente. Esta é uma versão resumida em português, mantida aqui no portfolio para leitura rápida e referência.